Essa história começou
há mais de dez anos. Precisamente em 1994, com o lançamento
do Vire&Ache, editado pela empresária alegretense Clélia
Aurélio, da Pop Center Livraria e Papelaria, em parceria com
a Editora Vire&Ache, da cidade de Uruguaiana.
Parceria
que se repetiu entre as empresas em 1995, para o lançamento de
mais uma edição do produto. Em 1996, o guia Vire&Ache
começou a ser publicado na cidade de Manoel Viana, desta vez
pela Sinop Informática - empresa da vizinha cidade de Alegrete
– franqueada da Editora Vire&Ache.
Em 1997, a parceria Vire&Ache e Sinop Informática foi ampliada
também para Alegrete. Essa franquia manteve-se até o ano
de 2000, quando o diretor da Sinop Informática - Volnei Nemitz
- percebeu a necessidade de apresentar um produto mais completo e atualizado.
E preparou-se para inovar. Muita informação e tecnologia
foram usadas em busca de um guia que realmente suprisse a demanda e
a necessidade dos consumidores.
Em novembro de 2001, um ano após seu lançamento, sob o
exclusivo comando da Sinop Informática e com o nome de Nosso
Guia, a publicação tornou-se o Guia Telefônico Oficial
dos Municípios de Alegrete e Manoel Viana, conforme respectivas
leis municipais, iniciando, dessa forma, uma nova fase na história
da empresa.
Da evolução do antigo Vire&Ache surgiu o Nosso Guia
atual, impresso totalmente em cores, com um tiragem de 14.000 exemplares
que chegam às mãos de alegretenses e vianenses com um
só objetivo: oferecer ao usuário uma informação
precisa e de confiança. Que agilize e facilite o seu dia-a-dia.
O Nosso Guia pode ser visto como um marco de empreendedorismo. Mas a
empresa se vê mesmo como um elo entre consumidores e empresas.
E vê-se, acima de tudo, comprometida com a sua terra. A essência
de tudo que cria e constrói tem o seu alicerce numa espécie
de bairrismo no melhor sentido da palavra. E em um pensamento básico:
o crescimento de qualquer empresa está relacionado intimamente
com o crescimento da terra em que ela está. Um não pode
existir sem o outro. Ou esse crescimento não será legítimo.
E assim a história continua.
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